João era um homem alto, magro e fumante, e por causa disso, sempre carregava consigo um isqueiro. Era noivo, e já tinha se divorciado duas outras vezes. Trabalhava como enntregador de correspondências, em que o enviador e o receptor estavam sempre um longe do outro, fazendo com que ele fizesse longas viagens. Ele usava um avião de sua empresa para fazer tal serviço.
Conheceu Maria, sua noiva, no emprego, apesar dele fazer entregas a distância, enquanto ela cuidava da administração da empresa. Se conheceram há um ano e meio, e têm dois meses de noivado.
João trabalha como entregador há três anos. Já teve um número significativo de amigos e conhecidos, mas tal popularidade foi afetada negativamente quando descobriram que ele costumava urinar nos bebedouros. Isso aconteceu há dois anos, e depois disso, só consiguiu amizade com Maria, que pensava que tudo não passava de um mal entendido.
Numa quinta-feira, foi entregar algumas correspondências na Europa. Prometeu á Maria que voltaria até sábado, pois teriam um encontro.
O avião enfrentou uma forte turbulência e caiu no Oceano Atlântico. João desmaiou durante o acidente, e quando acordou, estava na praia de uma ilha.
Nesse lugar havia alguma árvores, uma caverna, um pequeno lago e alguns destroços do avião. Conseguiu acender uma fogueira rapidamente, já que carregava um isqueiro com ele.
Depois de algumas horas, um helicóptero passou pela ilha. João estava gritando por ajuda, mas não foi resgatado, pois os pilotos do helicóptero pensaram que ele era um nativo da ilha.
Então ele decidiu deslocar algumas pedras, de modo que sua disposição formassem a palavra "ajuda".
No sábado, um outro helicóptero foi atraído para a ilha, por causa da formação dessas pedras, ve João pôde ser resgatado.
Rafael Freitas
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