O Artigo 5º garante que todos são iguais, o que não acontece.
Vivemos em uma sociedade desigual onde muitos são pobres, e a grande minoria são ricos. Onde está essa igualdade garantida por lei, se mulheres ganham menos e os ricos sempre ficam cada vez mais ricos.
Essa realidade mundial, precisa mudar, o sistema que o mundo vive está para entrar em colapso logo, com falta de comida, medicamentos, saúde. Devemos dar mais valor as pessoas que precisam, invés de ajudar as que já tem tudo nas mãos.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Adolescência; Por Gabriel Viana
A vida conturbada de um adolescente é a disculpa para a chamada aborrecência.
O dia já começa com problemas, logo temos que madrugar para ir a escola. A felicidade de ver os amigos já é destruida pela chamada, junto com aulas de matemática, história, geografia, gramática. O intervalo parece q dura 3 minutos, e mais aulas como literatura sociologia...
Na saída a correria extressante junto com os cursos a tarde, pré-pas, inglês.
Em casa um bando de dever de casa, somente a noite um pouco de messeger e orkut, um dormir por cinco horas e, infelizmente, tudo começa denovo amanha.
O dia já começa com problemas, logo temos que madrugar para ir a escola. A felicidade de ver os amigos já é destruida pela chamada, junto com aulas de matemática, história, geografia, gramática. O intervalo parece q dura 3 minutos, e mais aulas como literatura sociologia...
Na saída a correria extressante junto com os cursos a tarde, pré-pas, inglês.
Em casa um bando de dever de casa, somente a noite um pouco de messeger e orkut, um dormir por cinco horas e, infelizmente, tudo começa denovo amanha.
Terreno na lua; Por Gabriel Viana

Amigo comprador pense um pouco, estamos em um mundo totalmente tecnológico, por isso estou vendendo esse terreno na lua, o satélite do planeta terra é próprio para você. Agora viagens com sua família e ficar na sua própria casa com a vista da Terra a sua frente, além do mais a Lua é um ótimo local para plantações orgânicas, criar seu próprio negócio em uma terra sem leis previstas.
Você estará protegido de guerras, como guerras nucleares, todo o mal estará longe da sua família. Chega de ladrões, pois na sua nova casa só chegará perto pessoas autorizadas, que também tenha casas na lua.
Aproveite as estrelas e a terra como a vista da sua varanda.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Crônica: Por Gabriel Viana
É interessante como as religões ja matarem tantas pessoas, não criticando Deus, em qual eu acredito, mas as coisas que sao comandadas pelo homem não dão certo. a inqusição por exemplo que matou milhões pelo fato de haver crenças diferentes, guerras como as cruzadas para conquistar uma cidade que durou centenas.
Como Saramago disse "o fator Deus" quando interpretado erroneamente pelo homem, traz problemas grandes, infelizmente, esses erros não podem ser revertidos, basta pedir desculpas, pelas pessoas mortar, livros científicos queimados entre outros.
Deus exiete, basta que o homem siga seus ensinamentos que tudo dará certo, mas se a religião errou em segui-los, precisamos de ajuda.
Como Saramago disse "o fator Deus" quando interpretado erroneamente pelo homem, traz problemas grandes, infelizmente, esses erros não podem ser revertidos, basta pedir desculpas, pelas pessoas mortar, livros científicos queimados entre outros.
Deus exiete, basta que o homem siga seus ensinamentos que tudo dará certo, mas se a religião errou em segui-los, precisamos de ajuda.
Comentario do Filme: Por Gabriel Viana

O filme escritores da liberdade aborda, uma história interessante sobre os escritores da liberdade.
Mostra a vida de alunos de uma escola publica dividida pelas etnias e gangs. Quando uma professora, chega para lecionar inglês, e ela motivada começa a querer mudar a vida de todos, começam com diários que contam sua vida, seus problemas, quem parecem ser impossiveis de ser solucionados.
Apartir de cada, a professora começa a explicar como o racismo e guerras étnicas foram prejusicias a humanidade antigamente, como no holocausto, e que isso estava voltando a tona ,mesmo com as gangs locais, que matavam pessoas todos os dias. Infelizmente a vida pobre de todos parece não deixa-los sair ddas drogas e criminalidade, quando tudo está mudando, estão estudando e fazendo um futuro. No fim todos se formam, as o que mais chama atençao nessa história, é o fato de ela ser real, e como pessaos que tinham sua vida praticamente perdida, querem mudar e fazem isso, passando a estudar, e como sempre é dito, o estudo muda todos sendo uma ótima escolha de vida.
Gabriel Viana
sábado, 8 de maio de 2010
Crônica por: Rafael Freitas
Uma família nordestina que havia se mudado para Brasília há poucas semanas, já tinha se acostumado com falas do tipo "tinha que ser nordestino, mesmo!", mas ainda não tinha aprendido a lidar com a fala do dia-a-dia dos brasilienses. Isso era motivo para terem que pedir que alguém explicasse alguma expressão, o que dava um certo constrangimento.
Seu Valdomiro era casado com Marina, e tinham um filho de 12 anos, chamado Gabriel. Marina estava limpando a casa, então o garoto aproveitou a ocasião para passear com seu pai. Estavam os dois andando distraídamente perto de um comércio, quando viram um grupo de meninos soltando pipas e Gabriel disse a seu pai:
- Ô papai, eu quero brincar de papagaio cum aqueles mininu! Compra um daqueles brinquedu lá pá mi, fazenu u favor?
- Peraí só um poquin que nóis vai ali comprar um desses pá tu.
Foram até um mercado do outro lado da rua. Lá se vendia vários tipos de produto, desde pequenos animais de estimação, até jogos de tabuleiro. O brinquedo que Gabriel queria, a pipa, também era vendido neste local. Seu Valdomiro, foi ao caixa, e disse ao vendedor:
- Ô seu lojeiro, me vê um papagaiu aí, fazenu u favor.
Então o "lojeiro" apareceu-lhe com uma ave verde, que repitia tudo que eles falavam. Seu Valdomiro sem entender o que estava acontecendo, disse ao vendedor:
- Mais eu pidi foi aquele troço ali que avoa, seu lojeiro.
- Hmm. Acho que você quer dizer uma pipa. Papagaio é a ave, enquanto que pipa é este objeto que o senhor está comprando agora.
- Achu que agora intindi. É purquê lá em Teresina, nóis chama isso aí de papagaiu. Mas mesmo assim, muitu obrigadu!
Pegaram a pipa, e Seu Valdomiro levou Gabriel onde tinha o grupo de pessoas que viram soltando pipa, para ele soltar também. O menino demonstrou grande habilidade em tal atividade.
Depois de passarem por tal situação, Seu Valdomiro e Gabriel haviam entendido que as diferenças dos dialetos eram maiores do que imaginavam, sendo preciso um longo tempo de convívio para se acostumar ao novo vocabulário
Seu Valdomiro era casado com Marina, e tinham um filho de 12 anos, chamado Gabriel. Marina estava limpando a casa, então o garoto aproveitou a ocasião para passear com seu pai. Estavam os dois andando distraídamente perto de um comércio, quando viram um grupo de meninos soltando pipas e Gabriel disse a seu pai:
- Ô papai, eu quero brincar de papagaio cum aqueles mininu! Compra um daqueles brinquedu lá pá mi, fazenu u favor?
- Peraí só um poquin que nóis vai ali comprar um desses pá tu.
Foram até um mercado do outro lado da rua. Lá se vendia vários tipos de produto, desde pequenos animais de estimação, até jogos de tabuleiro. O brinquedo que Gabriel queria, a pipa, também era vendido neste local. Seu Valdomiro, foi ao caixa, e disse ao vendedor:
- Ô seu lojeiro, me vê um papagaiu aí, fazenu u favor.
Então o "lojeiro" apareceu-lhe com uma ave verde, que repitia tudo que eles falavam. Seu Valdomiro sem entender o que estava acontecendo, disse ao vendedor:
- Mais eu pidi foi aquele troço ali que avoa, seu lojeiro.
- Hmm. Acho que você quer dizer uma pipa. Papagaio é a ave, enquanto que pipa é este objeto que o senhor está comprando agora.
- Achu que agora intindi. É purquê lá em Teresina, nóis chama isso aí de papagaiu. Mas mesmo assim, muitu obrigadu!
Pegaram a pipa, e Seu Valdomiro levou Gabriel onde tinha o grupo de pessoas que viram soltando pipa, para ele soltar também. O menino demonstrou grande habilidade em tal atividade.
Depois de passarem por tal situação, Seu Valdomiro e Gabriel haviam entendido que as diferenças dos dialetos eram maiores do que imaginavam, sendo preciso um longo tempo de convívio para se acostumar ao novo vocabulário
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