Uma família nordestina que havia se mudado para Brasília há poucas semanas, já tinha se acostumado com falas do tipo "tinha que ser nordestino, mesmo!", mas ainda não tinha aprendido a lidar com a fala do dia-a-dia dos brasilienses. Isso era motivo para terem que pedir que alguém explicasse alguma expressão, o que dava um certo constrangimento.
Seu Valdomiro era casado com Marina, e tinham um filho de 12 anos, chamado Gabriel. Marina estava limpando a casa, então o garoto aproveitou a ocasião para passear com seu pai. Estavam os dois andando distraídamente perto de um comércio, quando viram um grupo de meninos soltando pipas e Gabriel disse a seu pai:
- Ô papai, eu quero brincar de papagaio cum aqueles mininu! Compra um daqueles brinquedu lá pá mi, fazenu u favor?
- Peraí só um poquin que nóis vai ali comprar um desses pá tu.
Foram até um mercado do outro lado da rua. Lá se vendia vários tipos de produto, desde pequenos animais de estimação, até jogos de tabuleiro. O brinquedo que Gabriel queria, a pipa, também era vendido neste local. Seu Valdomiro, foi ao caixa, e disse ao vendedor:
- Ô seu lojeiro, me vê um papagaiu aí, fazenu u favor.
Então o "lojeiro" apareceu-lhe com uma ave verde, que repitia tudo que eles falavam. Seu Valdomiro sem entender o que estava acontecendo, disse ao vendedor:
- Mais eu pidi foi aquele troço ali que avoa, seu lojeiro.
- Hmm. Acho que você quer dizer uma pipa. Papagaio é a ave, enquanto que pipa é este objeto que o senhor está comprando agora.
- Achu que agora intindi. É purquê lá em Teresina, nóis chama isso aí de papagaiu. Mas mesmo assim, muitu obrigadu!
Pegaram a pipa, e Seu Valdomiro levou Gabriel onde tinha o grupo de pessoas que viram soltando pipa, para ele soltar também. O menino demonstrou grande habilidade em tal atividade.
Depois de passarem por tal situação, Seu Valdomiro e Gabriel haviam entendido que as diferenças dos dialetos eram maiores do que imaginavam, sendo preciso um longo tempo de convívio para se acostumar ao novo vocabulário
sábado, 8 de maio de 2010
texto de Matemática
Medi e Ana estavam num bar no centro da cidade. Medi era atriz e trabalhava num circo também no centro. Um dia, ela caiu de uma grande altura e foi parar no centro ortopédico. Bis, era uma outra atriz, que praticava incesto.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Variação linguística. Por:Gabriel Viana
Era a tal garota que todos falava, Mariana, a senhorita mais formosa de toda a nossa classe.
Tanta beleza existente dentro de vossos olhos que me deixavam atordoado de paixão, nunca havia sequer pensado que teria a minima coragem de falar com tanta beleza, nunca imaginara que ela olhava para mim.
Segunda-feira inicio de semana, havia passado meses pensando em como me referir a tanta formosura, quando desajeitado cheguei perto dela e disse:
- Vós micê, daria-me o prazer de conhecer-te, para que possamos ter uma palestrinha, senhorita Mariana
Eu simplismente esperava um não, seco,quando ouvi:
-Mas é claro Gabriel.
Eu fiquei paralizado e de tanta felicidade quase tive um piripaque.
-Senhorita Mariana...
-Por favos Gabriel deixemos de formalidades, para que possamaos nos conhecer melhor.
Um sonho estava acontecendo no momento, não sabia como responder, mas conversamos, nos tornamos amigos, a minha primeira amiga.
O Tempo passara e agora ja éramos jovens, teria cedo ou tarde de falar a ela o que eu sempre senti.
Aconteceu quando estávamos no jardim da escola a sós, susprei e disse:
-Mariana, eu não posso masi conter meus sentimentos e agora tenho que lhe dizer, que eu te amo, como nunca amiei ninguem e quero você como minha namorada, aceitas?
Ela chegou mais perto do meu rosto, que estava ficando pálido, meu coração parecia que iria pular do meu peito, entao ela se aproximou e disse:
-Já estava demorando...
meu deu um beijo inesquecível. E o resto de nossa história é simples, estamos juntos, e tenho minha amada senhorita, agora senhora ao meu lado.
Tanta beleza existente dentro de vossos olhos que me deixavam atordoado de paixão, nunca havia sequer pensado que teria a minima coragem de falar com tanta beleza, nunca imaginara que ela olhava para mim.
Segunda-feira inicio de semana, havia passado meses pensando em como me referir a tanta formosura, quando desajeitado cheguei perto dela e disse:
- Vós micê, daria-me o prazer de conhecer-te, para que possamos ter uma palestrinha, senhorita Mariana
Eu simplismente esperava um não, seco,quando ouvi:
-Mas é claro Gabriel.
Eu fiquei paralizado e de tanta felicidade quase tive um piripaque.
-Senhorita Mariana...
-Por favos Gabriel deixemos de formalidades, para que possamaos nos conhecer melhor.
Um sonho estava acontecendo no momento, não sabia como responder, mas conversamos, nos tornamos amigos, a minha primeira amiga.
O Tempo passara e agora ja éramos jovens, teria cedo ou tarde de falar a ela o que eu sempre senti.
Aconteceu quando estávamos no jardim da escola a sós, susprei e disse:
-Mariana, eu não posso masi conter meus sentimentos e agora tenho que lhe dizer, que eu te amo, como nunca amiei ninguem e quero você como minha namorada, aceitas?
Ela chegou mais perto do meu rosto, que estava ficando pálido, meu coração parecia que iria pular do meu peito, entao ela se aproximou e disse:
-Já estava demorando...
meu deu um beijo inesquecível. E o resto de nossa história é simples, estamos juntos, e tenho minha amada senhorita, agora senhora ao meu lado.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Produção de texto
João era um homem alto, magro e fumante, e por causa disso, sempre carregava consigo um isqueiro. Era noivo, e já tinha se divorciado duas outras vezes. Trabalhava como enntregador de correspondências, em que o enviador e o receptor estavam sempre um longe do outro, fazendo com que ele fizesse longas viagens. Ele usava um avião de sua empresa para fazer tal serviço.
Conheceu Maria, sua noiva, no emprego, apesar dele fazer entregas a distância, enquanto ela cuidava da administração da empresa. Se conheceram há um ano e meio, e têm dois meses de noivado.
João trabalha como entregador há três anos. Já teve um número significativo de amigos e conhecidos, mas tal popularidade foi afetada negativamente quando descobriram que ele costumava urinar nos bebedouros. Isso aconteceu há dois anos, e depois disso, só consiguiu amizade com Maria, que pensava que tudo não passava de um mal entendido.
Numa quinta-feira, foi entregar algumas correspondências na Europa. Prometeu á Maria que voltaria até sábado, pois teriam um encontro.
O avião enfrentou uma forte turbulência e caiu no Oceano Atlântico. João desmaiou durante o acidente, e quando acordou, estava na praia de uma ilha.
Nesse lugar havia alguma árvores, uma caverna, um pequeno lago e alguns destroços do avião. Conseguiu acender uma fogueira rapidamente, já que carregava um isqueiro com ele.
Depois de algumas horas, um helicóptero passou pela ilha. João estava gritando por ajuda, mas não foi resgatado, pois os pilotos do helicóptero pensaram que ele era um nativo da ilha.
Então ele decidiu deslocar algumas pedras, de modo que sua disposição formassem a palavra "ajuda".
No sábado, um outro helicóptero foi atraído para a ilha, por causa da formação dessas pedras, ve João pôde ser resgatado.
Rafael Freitas
Conheceu Maria, sua noiva, no emprego, apesar dele fazer entregas a distância, enquanto ela cuidava da administração da empresa. Se conheceram há um ano e meio, e têm dois meses de noivado.
João trabalha como entregador há três anos. Já teve um número significativo de amigos e conhecidos, mas tal popularidade foi afetada negativamente quando descobriram que ele costumava urinar nos bebedouros. Isso aconteceu há dois anos, e depois disso, só consiguiu amizade com Maria, que pensava que tudo não passava de um mal entendido.
Numa quinta-feira, foi entregar algumas correspondências na Europa. Prometeu á Maria que voltaria até sábado, pois teriam um encontro.
O avião enfrentou uma forte turbulência e caiu no Oceano Atlântico. João desmaiou durante o acidente, e quando acordou, estava na praia de uma ilha.
Nesse lugar havia alguma árvores, uma caverna, um pequeno lago e alguns destroços do avião. Conseguiu acender uma fogueira rapidamente, já que carregava um isqueiro com ele.
Depois de algumas horas, um helicóptero passou pela ilha. João estava gritando por ajuda, mas não foi resgatado, pois os pilotos do helicóptero pensaram que ele era um nativo da ilha.
Então ele decidiu deslocar algumas pedras, de modo que sua disposição formassem a palavra "ajuda".
No sábado, um outro helicóptero foi atraído para a ilha, por causa da formação dessas pedras, ve João pôde ser resgatado.
Rafael Freitas
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